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Orgulho nacional
Posted by Roberto Camara Jr. in Papo Sério on July 7th, 2009

Tenho recebido nos últimos tempos uma série de e-mails e cunho “patriota”. Neles, autores anônimos, em sua grande maioria, nos lembram as grandezas e as inúmeras possibilidades que um país como o Brasil pode ter. Alguns comparando o país, ou parte dele, com outros países do mundo; outros realçando nossas fontes de riqueza tanto naturais quanto humanas.
Falam-nos das reservas naturais – como um que dizia que se o nordeste, por exemplo, fosse, por se só, um país independente, faria parte, como membro majoritário, da OPEP.
Outros comparam o PIB de São Paulo ao de países da Europa como a França, Portugal, e Grécia.
Já o último que recebi, comentam os absurdos que acontecem na Holanda, país do chamado 1º mundo, em comparação direta com o Brasil. E mais uma vez ganhasse de longe.
Pensei então comigo mesmo – o que é preciso para que o “gigante” resolva finalmente acordar, levantar do seu “berço esplêndido” e tomar alguma atitude?
Cheguei à conclusão de um dos principais problemas é algo que já deve estar inserido no código genético da maioria dos seus cidadãos; algo tão ínfimo quanto importante; algo que passou a fazer parte do dia-a-dia do brasileiro e de seu orgulho nacional.
O “jeitinho brasileiro”.
O gigante tem que aprender que sua eterna vontade de “se dar bem” acaba trazendo mais prejuízos que ganhos. Seu egoísmo, pois no-fundo-no-fundo, isso não passa de puro egoísmo, ao passar na frente de todos os outros ele acaba se transformando – mais cedo ou mais tarde – em último.
Têm que aprender que cada vez que o país ganha (e não estou falando de jogo da seleção), ele ganha também, mas nem sempre, na verdade, quase nunca, a recíproca é verdadeira.
A verdade é que o “jeitinho”, assim como a “cervejinha”, a “gorjeta” – ou seja lá como é chamado – acaba sempre prejudicando o Brasil e a todos nós por tabela.
Ninguém quer fazer negócios com uma pessoa que não seja séria. Ninguém investe em lugar nenhum onde se saiba que todo seu investimento pode estar nas mãos de pessoas na qual simplesmente não se pode confiar.
Ao contrário do que a grande maioria pensa, o “jeitinho brasileiro” não é motivo de orgulho. É motivo de vergonha e de chacota por outros países.
Certa vez, um famoso estadista francês disse que o Brasil não era um país sério. Confesso que precisei de muita maionese Hellmans’ (alguém ainda se lembra desta propaganda?) para engolir esta frase, mas tive que dar o braço – ou a língua – a torcer.
Somos o país do futuro. O país das possibilidades. Do eterno desenvolvimento. Somos o país do progresso e o país do futuro (!) e se ainda temos pessoas passando fome, crianças abandonadas, mulheres espancadas, e etc., por incrível que pareça, a culpa não é nem do PT, PMDB, DEM, PCdoB, PR, PL, nem tão pouco dos Collors, dos Sarneys, Barbalhos, Magalhães, ou de qualquer outro exemplar da política nacional. Tampouco é da crise financeira internacional, da globalização ou do maligno imperialismo americano.
A culpa é totalmente nossa.
De que adianta a twittosfera toda tentar fazer com que o #forasarney fique entre os primeiros nos Trending Topics se ninguém sai às ruas pedindo seu afastamento. De que adianta reclamar ficarmos indignados com o castelo do deputado Edmar Moreira no conforto do sofá da nossa casa? Como podemos reclamar da atuação da polícia em alguma chacina na favela se subornamos os mesmos policiais quando nos multam? De que adianta falarmos tanto dos políticos e votarmos nos mesmos de sempre ao invés de nos candidatarmos?
O governo não vai mudar se não o fizermos mudar. E nós nunca o faremos mudar se mudarmos a nós mesmos.
É um processo e, como a maioria dos processos, longo e doloroso.
Não esqueçam de que entre nossos filhos estarão os deputados, senadores e presidentes do futuro. Os futuros grandes homens e mulheres do Brasil estão neste momento mais preocupados em saber se quem é melhor: Hanna Montana, High School Musical ou Malhação (Se não faz idéia do que estou falando, procure se informar com o miguxo mais próximo a sua residência). O que não percebemos é que eles nos observam a cada minuto. O que fazemos de certo e, principalmente, de errado. A velha frase “faça o que digo não faça o que faço” é estória – sim, sem h – para boi dormir.
Elis Regina já nos lembrava que “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais” e nossos filhos não serão uma exceção à regra.
A não ser que façamos algo.
O precisamos sim, é dar um jeito no Brasil. De “jeitinhos” ele já está farto.
Temos, pelo menos, outros 190 milhões de motivos para nos orgulhar. Podemos viver com um “orgulhinho” a menos.
- E você ainda compra Dvd pirata… (Texto)
- Os filósofos da política brasileira (Tirinha)
Viagra em spray
Posted by Roberto Camara Jr. in Uncategorized on April 7th, 2009

Já pensou qual seria o slogan?
Cientistas irlandeses desenvolveram um spray que, uma vez aplicado no pênis, permitem ao brocha usuário uma ereção até 6 vezes mais prolongada – estou me referindo ao tempo, não ao tamanho. Não adianta sair correndo para comprar agora. Contente-se com o que tem! – em média.
Mas nem tudo é mágica na terra dos Ligeirinho. Quando falo – sem trocadilhos, por favor – de “tempo de ereção 6 vezes maior” quero dizer que o coitado que agora pode manter-se firme por uns 4 minutos…
Nada mal…
Via.
- Sem dúvida estes cientistas nunca viram o que seus futuros colegas espanhóis fazem para pagar a faculdade (Texto + Imagem)
- Vocês conhecem a cidade da Blogosfera? (Mapa interativo)
Matemática….
Posted by Roberto Camara Jr. in Uncategorized on August 29th, 2007
Só em escrever o termo já tenho arrepios…
Nunca fui bom em matemática. Passava arrastando na média, ficava em recuperação, horas com os livros abertos na esperança que algo entrasse por osmose – Êpa! Osmose não é coisa de biologia!? – na minha cabeça, mas nada dava certo….
Somente anos mais tarde, descobri que tenho um tipo de deficiência rara.
Não, não estou brincando.
Em termos leigos seria algo como uma “dislexia ordinária”, ou seja, tenho dificuldade em colocar as coisas em ordem!
Resumindo: EU NÃO SEI CONTAR!!!
Isso mesmo. Por mais absurdo que isto possa parecer, eu realmente não sei.
Decorei os números e suas ordens, mas sempre chega um ponto em que eu preciso parar e voltar alguns números antes para ter certeza de que não errei.
Como consegui estudar, passar de ano, entrar para faculdade, etc. e tal!?
Simples, quando se usa algo todo dia, acaba acostumando. Entra por bem-ou
-por-mal.
Mas posso dizer que em matemática, até hoje, sou um “zero a esquerda”!
Viva o inventor da calculadora portátil!!!
Esta introdução toda, foi devido a um artigo que encontrei no site da Globo.com explicando que um grupo de pajeros britânicos, elaboraram uma “fórmula matemática para medir o atrativo sexual feminino e suas possibilidades de andar sensualmente…“.
Segundo a matéria este é o motivo pela qual a atriz Jessica Alba é tão estonteante…
Meus caros…
Não desmerecendo os brilhantes cientistas de Cambridge, mas meu falecido pai, quando eu ainda era um aborrescente, me explicou que TODA mulher pode ser definida matematicamente.
Dizia ele:
“Mulher, é uma porção de curvas capazes de levantar uma reta!”
Meu pai era um gênio!!!







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