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Amor photoshopado
Posted by Roberto Camara Jr. in Curiosidades on December 20th, 2009
Relacionamentos a distância nunca são fáceis.
A falta do toque, do cheiro, do estar junto nos bons e maus momentos, a saudade que parecem milhões de agulhas rasgando o estômago, o medo de não ter forças para continuar, as duras provas para se manter fiel, o medo da outra parte não conseguir, a carência afetiva e sexual, as brincadeiras e provocações dos amigos, não poder dividir o dia-a-dia…
Convenhamos:
Possível? Sim.
Fácil? Não.
Eu já passei por isso e bem sei.
E isso em um tempo em que banda larga era coisa de ficção-científica e ver a outra pessoa pela webcam era um exercício de imaginação pois a imagem dividida em poucos pixels transformava a pessoa amada em personagem de game do Atari.
A coisa para mim era um tanto complicada. Não eram somente cidades de distância; eram países!
Para ser mais exato, para vê-la eu atravessava um mar, 2 continentes e um oceano.
Deu certo? Não.
Valeu a pena? Acredito que sim.
Provavelmente não estaria de volta ao Brasil, o Me Tire Deste Ócio!!! não existiria, eu não teria me interessado tanto pela blogosfera, descoberto o Hello Stranger, conhecido sua dona que passou a ser <Clichê_mode=on>dona do meu coração.
Aaron e Rosei sabem muito bem o que é isso.
Ambos fotógrafos, ele morando nos Estados Unidos e ela morando na Inglaterra.
O amor pela profissão, o Flickr e a tecnologia os uniu.
Literalmente…. ou quase.
Por incrível que pareça, na galeria de imagens abaixo, em nenhuma das fotos eles estavam juntos. Tudo foi feito com o bom e velho Photoshop.
Mais uma prova de que o amor transcende barreiras… e distâncias…
Uma coisa eu lhes digo: Mesmo morando na mesma cidade, para mim, não existe coisa mais difícil do que deixar minha namorada de volta na porta da sua casa….
- O que um Photoshop é capaz de fazer (Texto + Vídeo)
- Como era antes da banda larga? (Texto)
Epílogo: Depois de 9 meses e meio, Aaron e Rosie, finalmente se conheceram.
Faça o seu próprio – Kit sexo
Posted by Roberto Camara Jr. in Dicas on November 22nd, 2009

Let's talk about you and me
Amor, confiança, carinho, bem querer, intimidade, preocupação, ciumes – porque não? – são, talvez, os mais importantes fatores em qualquer relacionamento romântico.
Seja ele de um amor, eterno enquanto dure, com direito a juras eternas de fidelidade, planos para o futuro e escolha dos nomes do filhos que pretendem ter juntos, ou uma só noite depois de uma festa estranha com gente esquisita, daquelas em que acorda no dia seguinte e logo percebe que está totalmente sem roupas em uma cama com um colchão emborrachado, com certeza, não é seu. Isso sem contar com um barulho diferente, que a princípio não conseguimos distinguir, aquele calor infernal a qual você se acostumou a vida toda dá lugar a um frio de matar e antes de você se perguntar onde diabos está vira para o lado e encontramos alguém que juramos nunca ter visto antes.
Uma coisa é certa, no entanto, amor, confiança e carinho são fatores básicos para o sucesso de qualquer relacionamento amoroso mas, sem o maior T do mundo, isso não existe.
Não há amor que resita sem intimidade. Conhecer os gostos, as manias, as taras, e as fantasias d@ parceiro@ são pontos fundamentais.
O casal, seja ele de que sexo for – vocês bem sabem que não discriminamos ninguém aqui no Blog – precisa conhecer um ao outro a fundo – entendam como quiserem!
Estamos já no século XXI e, a não ser que você seja de alguma ordem religiosa que pregue – e cumpra ( o que é raro hoje em dia0 – o celibato, ou não tenha condições físicas, psicológicas, financeiras – sempre uma questão importante – ou maturidade suficiente para ter uma vida amorosa ativa não é novidade alguma saber da importância do sexo neste tipo de relacionamento.
O problema começa quando a rotina aparece e sua vida sexual passa a ter hora marcada. Todos os especialistas no assunto – e as revistas femininas – sabem disso.
A verdade é que, no fundo, no fundo – ôpa! De novo… – todos nós sabemos e tentamos evitar isso. Mas, ao contrário do velho ditado, nem sempre querer é poder.
Poderia aqui dar dicas de como apimentar suas transas mas eu teria aqui que entrar em detalhes ainda mais escabrosos da minha vida sexual por isso achei por bem compartilhar com vocês algo que vem me acompanhando já há algum tempo.
Antes que algum engraçadinho venha com histórias e piadinhas, vou logo avisando que não sou este garanhão todo. Comecei relativamente tarde – Sheldon feelings – a doce brincadeira na arte de se fazer nenéns mas posso garantir que recuperei e bem o tempo perdido.
Mas vamos ao que interessa.
Minha regra básica com relação a sexo é que toda hora é hora. Não tenho preconceitos. Sempre fui da opinião de que entre 6 paredes – ou entre o céu e a areia – desde que seja em comum acordo com partes de sexos opostos, tudo é válido no reino da Babilônia.
Já fiz amor em horas e locais tão inusitados que muitas pessoas ao lerem este texto com certeza não pensaram 2 vezes ao me chamarem de pervertido.
Só para não lhes deixar na vontade, minha lista inclui de escadas e garagens de prédios a cinemas, passando por bondinhos elétricos – loooonga, mas linda, história – e (morram de inveja!) banheiro de avião, sem esquecer, claro, camas, sofás, cadeiras, mesas, colchonetes e o próprio chão.
Voltando ao assunto: como disse acima, toda hora é hora e o segredo é tentar sempre variar no que puder.
O importante é estar pronto
Por isso eu criei o que chamo de Kit Sexo.
Como podem ver na foto ao lado, meu kit se resume a artefatos que podem ser encontrados facilmente em qualquer lugar do mundo.
Nele eu tenho preservativos - Óbvio! – algemas plásticas, lubrificantes a base de água, lubrificante térmico (do tipo que esquenta com a fricção ), dados eróticos, gel para massagens comestível (sabor chocolate, claro), incensos – servem até para espantar mosquitos quando a coisa apertar no meio do mato. Eu mencionei camping lá em cima, não? – e uma gravata de seda.
Tudo muito bem organizado em um necessaire – exite algum outro nome para isso? – bem discreta, de preferência, que caiba em qualquer lugar do quarto ou do carro.
Ok Roberto, Kitzinho auto-explicativo mas…
Para que a gravata?
Bem meus caros leitores e deliciosas leitoras – regra número 3: sempre elogie as mulheres – eu fico bastante chocado com a falta de imaginação de vocês. Podem vesti-la, usar para amarrar mãos e pés, como uma venda para os olhos, uma coleira, chicote….
Um detalhe importante é que o Kit além de ser pessoal, não é estático. Por ele já passaram pastilhas de menta (dica: Cuidado com as formigas!) , aparelhos de barbear, DVD’s com todo tipo de filmes eróticos ( dos lights que passam na Tv de madrugada - Agora sabe porque seu filho adolescente passa as noites com a Tv ligada… – ao hardcore,) Kama Sutra de bolso, baralho erótico, Kama Sutra em baralho e por aí vai.
Mais uma vez, depende de sua imaginação!
Lembrem-se que o Kit em si, sem a vontade de sair da rotina, não adianta muita coisa. Sem contar com a palavra mágica em qualquer relacionameto – seja ele romântico, amoroso, sexual ou não:
Respeito.
- Não se espantem tanto. Já criei um Kit solidão também (Texto)
- Posições para o sexo anal (Dica)
- Estas meninas cada vez mais malvadas … (Blog)
- Um dos meus Blogs eróticos prediletos (Dica 18 +)
Hitchcock e a censura
Posted by Roberto Camara Jr. in Curiosidades on November 12th, 2009

Cary Grant e Ingrid Bergman em Interlúdio
Em 1946, o grande diretor de cinema Alfred Hitchcock, teve problemas com a censura americana – sim. Acabo de destruir sua ilusão de que os Estados Unidos são realmente a terra da liberdade. Eles também tem censura por lá – por causa de uma cena em que Cary Grant e Ingrid Bergman trocavam interruptamente pequenos beijinhos por um longo período de tempo, no filme Interlúdio.
Apesar do escândalo entre os censores, estes nada puderam fazer pois, não sendo um beijo contínuo, mas sim uma série de beijos intercalados com linhas de diálogos, a cena foi liberada, tornando-se uma das primeiras cenas sexy’s da telona.
Impressiona também, o fato de ser Siren Alicia – personagem de Bergman – quem seduz o pobre rapaz, algo totalmente fora do esteriótipo para a época.
Lembro que há muitos anos atrás, estava eu na praça de alimentação de um shopping da capital baiana com a minha então – desculpe querida, preciso te confessar: Você não foi a 1ª mulher da minha vida, mas sem dúvidas é a única hoje em dia – namorada quando no meio de frases românticas e trocas de carinho – daqueles que são permitidos em público, diga-se de passagem – trocamos um beijo.
Não lembro quanto tempo levou mas não foi nada muito exagerado ou lascivo, posso garantir, mas a mão do segurança do shopping tocando meu ombro e com uma cara de quem está seguindo ordens de alguém e o que ele disse – Olha, me perdoem, eu tenho certeza de que este é um momento muito lindo e especial para ambos mas preciso pedir que parem pois podem deixar algumas pessoas constrangidas. – são coisas que ficaram para sempre guardadas na memória deste blogueiro que vos escreve.
Me fez sentir como nos filmes que se passam nos anos 50 – 60 em que durante o bailinho de final do ano letivo, os professores ficavam passando com uma régua por entre os casais dançando, para “indicá-los” a distancia permitida entre os pombinhos.
Lembrou também uma velha piada entre um noivo prestes a se casar e seu Rabino ultra ortodoxo:
- Rabi, agora que vou me casar, eu posso dançar com minha noiva?
- Não, não pode.
- E depois que eu me casar?
- Também não pode.
- Tocar nela eu posso?
- Tocar pode, claro.
- Posso beijá-la?
- Beijar, pode.
- E fazer amor com ela?
- Fazer amor, pode e deve!
- De todas as formas?
- Claro. Está no Talmud que é obrigação do marido satisfazer sua mulher.
- Todas as posições?
-Pode também. Por cima, de 4, de lado, sentado, deitado, pendurado, papai-mamãe, pela frente, por trás, 69, como vocês quiserem. Só não podem de pé.
- Ué Rabi? Não entendi. Posso fazer amor de todas estas formas só não de pé? Por que?
- Por que aí vocês podem se entusiasmar e começar a dançar e isso, não pode!
- O filme Interlúdio de Hitchcock inteiro no YouTube (Dica)
- É proibido namorar na praça (Texto)
Foi bom para você
Posted by Roberto Camara Jr. in Curiosidades on November 10th, 2009

Foi bom pra você?
Scott e Alice haviam acabado de dar aquela bombada manter relações sexuais quando ele, claro, ligou a Tv.
Na época, 2008, o mundo não falava outra coisa a não ser no fenômeno Ronaldo Michael Phelps e seus recordes na piscina.
Mesmo assim, Alice olhou para o aparelho de Tv com uma expressão diferente e perguntou: “Já estamos nas olimpíadas?”
Scott estranhou e rebateu perguntado em que dia estavam. Sem obter resposta ele olhou para sua esposa – sim. Alice e Scott são casados – e desta vez a perguntou quem era os presidente dos Estados Unidos, na qual Alice repondeu na hora: Bill Clinton.
Como, imagino eu, eles não utilizaram nenhum charuto durante o ato, a coisa complicou.
Receoso de que sua esposa pudesse estar tendo um derrame Scott ligou para o 911 – serviço de emergência nos Estados Unidos – e chamou os paramédicos.
No hospital, Alice perguntou onde estava e como havia chegado até lá. Scott lhe contou tudo, ao que ela treplicou “Deixe-me ver se eu entendi: Nós transamos, eu acordei em um hospital e não consigo me lembrar de nada!? – pausa – Você me deve um anel de diamantes de 30 quilates!” e começou a rir da própria piada.
Parecia que estava tudo bem, até que ela voltou a fazer as mesmas perguntas e sempre com a piadinha do anel no final.
“Parecia um script ou uma fita. Por um lado era engraçado, por outro, era muito assustador”.
Aquela altura ninguém mais dormia e lá fora se ouvia só a voz da multidão… os parentes de Alice já haviam sido notificados e estavam no hospital.
Sempre ouvindo a mesma coisa :
Por décadas, médicos relataram casos raros de mulheres com idade acima dos 50 anos com esta condição neurológica
Amnésia Global Transitória ( ou TGA, pela sigla em inglês).
Os neurologistas percebiam que estas mulheres continuavam se lembrando do básico – quem eram, onde moravam, etc. – mas perdiam o que chamam de “memória recente”: Onde estavam, ou como chegaram até lá.
Para quem já possui pré-disposição para a TGA, exercícios pesados, uma batida na cabeça, mergulhar em uma água muito gelada ou quente de repente ou sexo, são gatilhos para o afloramento de tais condições.
De acordo com o Dr. Louis Caplan, professor de neurologia da Harvard Medical School, “A única ligação que existe entre cada caso é que eles produzem uma mudança súbita e significativa no fluxo sangüíneo”.
Com o passar do tempo o intervalo entre as perguntas repetidas de Alice foi aumentando. De 10 em 10 minutos passou para 15 em 15, 30 em 30 até que finalmente ela voltou ao normal, mais ou menos 6 horas depois de ter sido internada.
No entanto ela ainda não consegue se lembrar de nada do que aconteceu naquela manhã. Lembra somente que foi deitar com uma dor de cabeça muito forte no dia anterior.
Alice e Scott voltaram a ter uma vida normal, inclusive sexual.
Os únicos poréns é que, por precaução, eles não transam mais quando ela reclama que está com dor de cabeça e hoje em dia seus filhos tem informações demais sobre a vida sexual dos pais.
Alice, no entanto, lembra que jamais ganhou o anel de diamantes de 18 quilates do marido…
Essas mulheres…
- Apagar depois do sexo (Texto)
- Definindo o orgasmo(Vídeo)
Alergia a esperma
Posted by Roberto Camara Jr. in Curiosidades on November 8th, 2009

Alergia a esperma
Julie sempre teve uma vida sexual normal e segura. Não importava como nem porque, fazia a coisa certa: usava preservativos.
Até que Mark entrou em sua vida. Um dia se encontraram sem querer e conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer Papo vai, papo vem, ficaram namoraram e em 2 anos resolveram se casar.
Tudo correu as mil maravilhas, amigos, parentes, buffet e finalmente a lua de mel.
Como já estavam casados, resolveram pela 1ª vez ter uma relação sem preservativos.
“Pensamos assim”, disse Mark, “Já estamos casados, se engravidarmos, engravidamos.”
Apesar do erro em se pensar que a camisinha serve somente para evitar uma gravidez indesejada – A camisinha é imprescindível contra forma de combater o contagio de doenças sexualmente transmitidas. Esqueça a parte em que é um sinal de amor @ próxim@. É um sinal de amor à sim mesm@, pô! Se liguem! – Nada mais normal do que isso.
Como disse antes, tudo ia bem, beijos, carícias, até que chega o momento da penetração em si e foi aí que o impensável aconteceu: A agora Sra. Julie Boyde começou a sentir dor. Muita dor. Muita dor mesmo…
“A dor era lá dentro mesmo. Como se alguém estivesse enfiando agulhas lá dentro de mim.
Realmente assustador.
A dor, e as vezes as bolhas (que apareciam) continuava por semanas a fio.
Em uma escalada de 10, era sem dúvida 10″
Depois de muitos exames e testes – Coisa certa à fazer! Sentiu dor, incômodo, o que quer que seja, lá nas partes baixas, pro ginecologista o mais cedo possível. Ali só se brinca com saúde! – descobriram que Julie sofre de hipersensibilidade ao plasma seminal.
Seu corpo reconhece a proteína do esperma – viu meninas? O esperma é composto em sua grande maioria por açucares e proteína! Não se preocupem. Faz bem. Além disso não esqueçam o que mamãe lhes dizia quando era pequenas: “filhinha, cuspir é muito feio…” – como um corpo estranho e reage. Da mesma forma que ele reconheceria um alérgeno de amendoim ou um pólen, irritando as terminações nervosas, causando a dor e as tais bolhas.
Resumindo, o corpo de Julie ataca o esperma de Mark tornando-o inativo.
A situação jogou por água abaixo as chances do casal ter filhos biológicos, por isso já estão tomando as medidas necessárias para uma adoção.
- Sexo no 1º encontro: Sim ou não? (Texto)
- Conhece a ginecomastia? (Texto)

























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