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As mulheres do velho oeste
Posted by Roberto Camara Jr. in Curiosidades on March 8th, 2010
Neste 8 de março, enquanto o mundo inteiro fala da rasteira que a ex mulher de James Cameron deu a seu Avatar no Oscar em homenagear o mais perfeito ser – Sim! Nelson Rodrigues estava errado! – a andar na face deste planeta, o Me Tire Deste Ócio!!! não poderia ficar de fora.
Mas ao contrário do que já fiz por aqui em anos anteriores, quando minhas homenagens foram reflexões e poesia, este ano percebi que a melhor forma de homenagear todas as mulheres é contando a história de algumas delas. As escolhidas foram justamente aquelas que fizeram sua história em um dos ambientes mais hostis da humanidade, inclusive para os marmanjos de plantão que viveram nesta época: O bom e velho velho oeste.
Rose Dunn
De uma família de foras-da-lei, era só uma questão de tempo para que a Rosa de Cimarron, como ficou conhecida, entrasse para os negócios da família. Ela logo conheceu George Newcomb, um dos mais procurados bandidos da região e se juntou a ele na arte de roubar diligências e bancos. Para proteger seu parceiro, arriscou sua vida, certa vez, para entregar-lhe uma arma e munição depois que ele foi ferido. Rose Dunn morreu com mais de 70 anos, nos anos 50, como uma séria e respeitada mulher de um político.
Pearl Hart
Nasceu no Canadá mas, aos 17 anos, já havia se casado com um jogador e estava em um trem a caminho dos Estados Unidos. Aos 22 anos, tentou largar o marido e se mudar Velho Oeste (Que na época de velho não tinha nada, claro). Seu marido a seguiu e quando a encontrou ela já estava vivendo a base de cigarros, bebidas e até morfina. Ele, no entanto, foi lutar na guerra contra os espanhóis e ela se juntou com o fora-da-lei Joe Boot e com ele fez a festa roubando diligencias até ser presa. Em seu julgamento ela teria dito: “Não aceitarei ser julgada por uma lei na qual meu sexo não teve participação alguma na sua criação”. Pearl Hart acabou, com o tempo, saindo da prisão e nunca mais se ouviu falar dela
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Siliconadas
Posted by Roberto Camara Jr. in Galeria on December 27th, 2009
Não.
Eu não gosto de mulheres turbinadas. Sou um amante a moda antiga do tipo que ainda manda flores, usa calça desbotada e chamo de querida a minha namorada.
Gosto das coisas au naturel.
Não me entendam errado. Já postei aqui no Blog antes que nada tenho contra uma maquiagem bem feita ou uma tintura de cabelo e agradeço – muito – pelas horas de sofrimento que elas passam na cadeira de depilação. Não. Definitivamente não curto as pseudo-feministas que deixam uma verdadeira mata atlântica nas partes baixas.
Uma relação simples: Se eu me cuido, espero, no mínimo, que elas se cuidem também.
Mas, voltando ao assunto principal deste post, por mais que a cirurgia plástica tenha evoluído, a sensação física de um seio siliconado nunca é a mesma do natural.
Além disso tem o “problema” do formato estranho e falso, na grande maioria das vezes, sem contar com os riscos – sim, garotas. Por mais simples que uma cirurgia possa parecer, ainda assim é uma cirurgia que envolve anestesias, recuperação e riscos.
Quanto ao tamanho, nunca me preocupei muito com isso. Para mim, seios precisam ser bonitos. Firmes e macios ao mesmo tempo. Uso mais uma vez a sabedoria popular neste quesito: Couberam nas mãos? Estão perfeitos.
Como sempre fui um sujeito mais visual, e adapto ao ditado que diz que “uma imagem vale mais do que mil palavras”, aqui está uma pequena mostra do que o não-tão-bom e velho silicone pode causar.
Nem com uma flor
Posted by Roberto Camara Jr. in Papo Sério on November 25th, 2009
Eu sempre olhei as mulheres com uma certa curiosidade.
Afinal, para mim, elas sempre foram um mistério.
O riso, o jeito, os olhares, a forma de pronunciar as palavras, a forma como conseguiam -- e ainda conseguem -- me hipnotizar, a vontade de saber o que -- afinal de contas -- elas tanto conversavam, tanto riam, tanto olhavam.
Sempre as coloquei em um pedestal e, até que provem o contrário, sempre as colocarei. Sejam elas amigas, paixões, minhas primas, tias, namorada ou minha própria mãe.
Mulher não arrota, não peida, não faz cocô, não xinga, não coça a virilha, não tem idade nem peso.
Mulheres são fortes. Muito mais fortes que nós marmanjos que adoramos arrotar valentia. Duvida?
Para começar elas não tem vergonha de mostrar que estão sentindo dor. Quem já ouviu alguém dizendo que “menina não chora”?
Chora, berra, esperneia, coloca tudo para fora e volta mais forte, mais esperta, mais inteligente ainda.
Eu queria ver o que aconteceria se nós homens tivéssemos cólicas uma vez ao mês e mesmo assim fôssemos trabalhar com um sorriso no rosto fingindo que está tudo bem, que não estão sentindo dor alguma.
Força física é uma coisa. O que as mulheres tem é algo muito maior. Mais poderoso. Mais cobiçado.
A resistência física da mulher é como todo o resto: mais duradoura.
É então que justamente hoje, no Dia da violência contra a mulher, ao invés de ficar aqui dizendo o que deveria ser óbvio -- que aqueles animais supostamente racionais do sexo masculino que batem, humilham, estupram, esquartejam, xingam, abusam ou cometem qualquer outro tipo de violência contra as mulheres, não pode ser chamado de humano, quanto mais homem.
Uma coisa eu lhes digo:
às mulheres, eu só tenho a agradecer por existirem.
Este post faz parte do que é conhecido na Blogosfera de Blogagem Coletiva, quando vários autores se unem para escrever sobre um mesmo tema.
Cada um com o seu ponto de vista em sua especialidade.
Por isso, enquanto o publicitário Jorge Martins do Detesto Gente Inteligente, analisa o tema com o seu humor soteropolitano, o Ten. PMBA Danilo Ferreira, em seu Blog Abordagem Policial, fala sobre o lado ilegal da questão ao mesmo tempo que o Caio Costa do Blogcitário, nos mostra a visão da publicidade sob o assunto.
Por último, mas talvez o mais importante, indico o post da minha querida namorada Dani Vidal em seu Blog Hello Stranger, que escreve de uma ótica que nenhum dos acima citados -- e eu incluso -- poderíamos fazer:
O Ponto de vista de uma mulher.
- Como conhecer uma mulher (Texto)
Viagra para que?
Posted by Roberto Camara Jr. in Notícia on November 19th, 2009

Acha mesmo que é em você que ela está interessada?
Elas são sexies, incrivelmente sensuais, deliciosamente lindas, passam horas na academia, sabem disso e fazem questão que você saiba disso também.
São mulheres quentes e apaixonadas ….
Pelo seu carro!
Sim meu caro.
Se você for o feliz dono de um calhambeque caindo aos pedaços, pode esqueçe-las.
Agora, se você pensa que isso tem alguma coisa a ver com o poder aquisitivo do dono do possante?
Pode tirar o porshezinho da garagem.
A potência que elas procuram é outra.
Um estudo da Universidade Concórdia, em Montreal, no Canadá, revelou que basta sentar-se atrás do volante de um carro decente e os níveis de testosterona aumentam consideravelmente.
Durante o estudo, 39 homens foram convidados a domar um Porsche 911 Carrera por uma hora. Antes disso, foram coletadas amostras de saliva para que os níveis de testosterona fossem verificados.
O mesmo fizeram ao final da corrida e assim chegaram a conclusão acima.
Além disso, verificaram que quando a experiência era feita em local de muito movimento – com maiores chances de atrair olhares (sobre o carro não o motorista, mas eles não estavam nem um pouco preocupados eu posso garantir) – o aumento na quantidade do hormônio era ainda maior.
Para não ter dúvidas alguma, repetiram a experiência, trocando o Porshe por um Toyota Camry ‘93 e os resultados foram inversos: A testosterona diminuiu!
Afinal, quem gosta de passar vergonha?
- Se tivessem usado meu carro, o resultado teria sido diferente (Texto + Fotos)
- A melhor proteção para o seu carro (Imagens)
O 12º aniversário de Marjorie May
Posted by Roberto Camara Jr. in Curiosidades on June 26th, 2009

O 12º ainversário de Marjorie May
Diferente do que é hoje, há 90 anos atrás menstruação ainda era um assunto polêmico que pedia muita discrição. A situação só começou a mudar a partir da década de 30 quando o mundo começa a realmente colher os frutos da revolução industrial e passa a ser mais realista depois da quebra da bolsa de 1929.
Nesta época também a publicidade começa a ser levada mais a sério e com isso a necessidade de se comunicar com seu público alvo.
Foi por isso que em 1930 – bem antes das feministas começarem a queimar sutiens com invenção da pílula anticoncepcional e a revolução sexual - a Kotex (Site da empresa em inglês), empresa americana de absorventes editou e passou a distribuir o folder que vemos ao lado:
“O 12º aniversário de Marjorie May” explicava tanto para as garotas quanto suas mães todo o processo do ciclo menstrual usando uma linguagem bastante peculiar: A de uma histórinha contada bem no estilo dos livros infanto-juvenis da época. Como se Mrs. Doubtfire – do filme Uma babá quase perfeita, com Robin Williams – tivesse escrito o folheto.
A grande jogada era o fato de que, apesar da Koter assumir que a edição era sua – com copyright e tudo mais na contra capa – a historinha em si era devidamente assinada por Marie Pauline Callender que, pelo que descobrir, foi a 1ª mulher a falar em público e abertamente sobre a menstruação. Claro que ela era contratada pela Kotex, inclusive aparecendo em várias propagandas da época.
Engraçado era que mesmo sendo tão avançado para a época, só o termo “menstruação” parecia avançado demais para a época e, em seu lugar, o folheto fala em “sua 1ª purificação”.
O tal folheto fez sucesso, foi traduzido para outros idiomas e foi seguido de outros livrinhos.
- Aqui está o livrinho inteiro (Imagens)
- É algo natural, completamente natural mas bem que as mulheres podiam se lembrar de nós homens (Texto)
- E este tal de Chico? (Texto)
Inspirado neste post aqui.










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