Imagine ser perseguido por um assassino brasileiro que não desiste nunca. Não importa onde você vá, não importa onde esteja, ele sempre estará a sua espera. Um assassino que não corre nunca, mas sempre consegue te alcançar. Um assassino insistente, cruel, malévolo, malvado, malígno, mal… mal… mal… Ah!
O cara é simplesmente mau e pronto.

O pior é que, apesar de todas as evidências, ninguém acredita em você. Pensam que está delirando.  E, com isso, acaba perdendo tudo o que tem na vida: Seu emprego, sua família, sua vida, até mesmo sua sanidade!

E, claro, como todo e qualquer assassino que se preze, é imortal!

Imagine agora que ele use a arma menos letal do mundo. Algo que você dificilmente poderia pensar em usar como uma arma, na verdade. Um objeto inócuo (Ôpa! Mais uma da série “palavras que sempre quis usar”), inocente, uma arma tal que não precisa procurar muito para ter acesso.

Imaginou?
Agora esqueça tudo o que imaginou. Tudo mesmo. E mande ver no play aí embaixo..

O horrívelmente lento assassino com sua arma extremamente ineficiente

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