Não.
Eu não gosto de mulheres turbinadas. Sou um amante a moda antiga do tipo que ainda manda flores, usa calça desbotada e chamo de querida a minha namorada.

Gosto das coisas au naturel.
Não me entendam errado. Já postei aqui no Blog antes que nada tenho contra uma maquiagem bem feita ou uma tintura de cabelo e agradeço – muito – pelas horas de sofrimento que elas passam na cadeira de depilação. Não. Definitivamente não curto as pseudo-feministas que deixam uma verdadeira mata atlântica nas partes baixas.

Uma relação simples: Se eu me cuido, espero, no mínimo, que elas se cuidem também.

Mas, voltando ao assunto principal deste post, por mais que a cirurgia plástica tenha evoluído, a sensação física de um seio siliconado nunca é a mesma do natural.

Além disso tem o “problema” do  formato estranho e falso, na grande maioria das vezes, sem contar com os riscos – sim, garotas. Por mais simples que uma cirurgia possa parecer, ainda assim é uma cirurgia que envolve anestesias, recuperação e riscos.

Quanto ao tamanho, nunca me preocupei muito com isso. Para mim, seios precisam ser bonitos. Firmes e macios ao mesmo tempo. Uso mais uma vez a sabedoria popular neste quesito: Couberam nas mãos? Estão perfeitos.

Como sempre fui um sujeito mais visual, e adapto ao ditado que diz que “uma imagem vale mais do que mil palavras”, aqui está uma pequena mostra do que o não-tão-bom e velho silicone pode causar.

Em uma micro-pesquisa que fiz no Twitter, enquanto escrevia este post, os marmanjos todos – fui a única exceção – foram a favor das siliconadas.

E vocês?

O que acham?

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