Dizem que em time que está ganhando não se mexe.
Por isso aqui está mais uma seleção de aberturas de novelas para matarmos saudades.
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O salvador da pátria (1989)
No ano de 1989 o Brasil se apaixonava pelo caipira Sassá Mutema – personagem do grande Lima Duarte – que foi “obrigado” a casar com a amante do poderoso deputado federal Severo Toledo Blanco- Francisco Cuoco – para evitar um escândalo de adultério.
No entanto o inescrepuloso radialista Juca Pirama acaba descobrindo a trama e é assassinado. As suspeitas caem sobre o pobre Sassá, que é preso mas logo solto, com a ajuda da professora Clotilde – Maitê Proença – por quem se apaixona e tem um romance. A novela usou uma velha e conhecida tática prendendo a todos até revelar finalmente, quem matou Juca Pirama. -
Que rei sou eu?(1989)
No fictício reino de Avilan, 3 anos antes da Revolução Francesa, Jean-Piérre – Edson Celulari – luta pelo fim da corrupção deslavada em que se encontra o reino sem saber que na verdade é o legítimo herdeiro do trono.
Que Rei Sou Eu? importantíssima no ano em que o Brasil teria sua 1ª eleição presidencial livre depois de décadas de ditadura militar. -
Vamp (1991)
Claudia Ohana, no papel de Natasha, solta a voz cantando Simpathy for a Devil dos Rollings Stones, logo nos primeiros minutos da novela desta novela que deixaria saudades.
A fictícia cidade de Armação dos Anjos é invadida por vampiros liderados por Vlad – Ney Latorraca – que tem seu momento supremo quando dança Thriller de Michael Jackson.
Destaque também para os efeitos especiais e maquiagem usados na novela além da família de vampiros Matosão e Matosinho – dava até uma dupla caipira – protagonizados por Otávio Augusto e André Gonçalves (O Gopal de Caminho das Índias). -
Roque Santeiro (1985)
Remake da novela homônima de 1975, proibida de ser exibida pela ditadura, a 2ª versão da novela foi um baita sucesso de audiência.
Nela, Roque (Luís Roque Duarte) Santeiro, que era considerado o grande mártir da cidade de Asa Branca, volta para mostrar à todos mundo que não morreu.
Acontece que os poderosos da cidade, que sempre lucraram muito com o mito como o inesquecível vilão Zé das Medalhas (Armando Bógus), o prefeito Florindo Abelha (Ary Fountoura), o todo poderoso Sinhozinho Malta (“Tô certo, ou tô errado?… ) – Lima Duarte – e a viúva Porcina (MIiiiirrrrrnnnnaaaaa!!!!!), vivida por Regina Duarte.
Não podemos deixar de lembrar que foi também a 1ª novela de Claudia Raia, no papel da prostituta Ninon.
Roque Santeiro fez tanto sucesso que foi reprisada 2 vezes: A 1ª ia ao ar no final da tarde (no horário em que hoje é exibida Malhação) em 1991 e no Vale a Pena Ver de Novo em 2001. -
Pedra sobre pedra
O xaxado na voz de Fagner e os efeitos especiais avançadíssimos para a época criados por Hans Donner.
Em mais uma fantasia de Agnaldo Silva, uma das tramas mais engraçadas ocorre quando um certa árvore passa a dar frutos estranhos que fazem as mulheres da cidade terem fantasias sexuais com o fantasma do fotógrafo Joge Tadeu (Fábio Jr.), especialista, quando vivo, em seduzir mulheres casadas.
- A 1ª parte das aberturas de novelas que marcaram época (Texto + Vídeo)










Momento nostalgia de novo. Outras aberturas de novelas que marcaram época http://ow.ly/tQQT
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